CAFÉ: O CHÁ MORTAL
Por Teodomiro Marinho
Quando nos referimos à morte, a idéia que logo temos é que ela acontecerá de imediato. Nem sempre. Outra coisa, quando afirmamos que tal produto faz mal à saúde, alguém diz logo: “Fulano viveu tantos e tantos anos e comia de tudo”. Acontece que fulano nasceu em uma época em que não existia a química artificial. Boa parte desta foi realizada quando o Brasil era um país agrícola.
Pode olhar as pesquisas: há alguns anos o governo divulgou que dos aposentados da nação com mais de 80 anos, 480 mil vivem nas cidades, que é onde temos 75% da população e mais de 1.100.000 (um milhão e cem mil) estão vivendo na zona rural. Uma diferença e tanto. Outro dado: entre os seres humanos existem 5 classes de pessoas – em termos de constituição orgânica. São as classes A, B, C, D e E. Os primeiros geralmente só ficam doentes uma vez na vida, no dia da morte. Os outros, ora, os outros são aqueles que geralmente chegam até 60 anos de vida. O assunto é longo e às vezes cansativo.
Pode olhar as pesquisas: há alguns anos o governo divulgou que dos aposentados da nação com mais de 80 anos, 480 mil vivem nas cidades, que é onde temos 75% da população e mais de 1.100.000 (um milhão e cem mil) estão vivendo na zona rural. Uma diferença e tanto. Outro dado: entre os seres humanos existem 5 classes de pessoas – em termos de constituição orgânica. São as classes A, B, C, D e E. Os primeiros geralmente só ficam doentes uma vez na vida, no dia da morte. Os outros, ora, os outros são aqueles que geralmente chegam até 60 anos de vida. O assunto é longo e às vezes cansativo.
Agora, estudamos o café: o café é um estimulante do sistema nervoso central. É um psicotrópico, é capaz de provocar perturbação psíquica. Dificulta a gravidez. Causa dispepsia, provocando a prisão de ventre e quem tem prisão de ventre vai sofrer de infecções das vias urinárias, renais, coluna, tireóide, mama, pés e mãos frias, arteriosclerose, falta de apetite, língua saburrosa, boca amarga, hálito fétido, dor de cabeça, eczemas, coceiras, queda de cabelo, sensação de fadiga, depressão, excitação, insônia, pesadelos... e até o câncer. O Dr. Kioshi Hashiba, professor da Universidade de São Paulo, diz que o café está entre os causadores de cânceres no tubo digestivo, transformando o Brasil o campeão mundial de câncer do tubo digestivo. O café é também um dos grandes causadores de gastrite e úlceras estomacais, cálculos renais, de vesícula e doenças da bexiga, varizes e hemorróidas, deficiência visual e até problemas circulatórios. Café nunca foi e jamais será o produto inocente que as pessoas imaginam: o cafezinho... Sabe aquele ditado: água mole em pedra dura tanto bate até que fura. A cevada, como café, só prejudica o fígado e estômago, também não é aconselhável.
O café é fabricado a partir de grãos torrados. Grãos torrados provocam excesso de ácido clorídrico no estômago, gerando gastrite, úlceras e, no final, o câncer. O alcatrão, produzido no ato de torrar o grão também ajuda no processo gerador de câncer. Os músculos que acompanham as artérias sofrem um relaxamento deixando de comprimir as artérias, não havendo o retorno natural do sangue. Daí, as varizes. E como temos pernas com varizes.
Como um forte estimulante do sistema nervoso que é o café afeta os nervos, fazendo com que pessoas da 3ª. idades tenham problemas de saúde parecidas, o mal de Parkinson, sendo na realidade neurastenia, que significa literalmente cansaço dos nervos e, segundo o Dr. Márcio Bontempo, devem ser evitados os excitantes ou depressivos como o café, o álcool, o açúcar branco, as carnes vermelhas, etc.
Para os que já estão com hipertensão (pressão alta), um conselho: o coração normalmente bate cerca de 100 mil vezes por dia; com estimulantes esta marca chega até 136 mil, ou seja, teoricamente o hipertenso a cada 3 dias “vive” 4 dias. Compreenda melhor: 3 dias x 100 mil = 300 mil batimentos. 3 dias vezes 136 mil, igual a 408 mil batimentos. São portanto 108 mil batimentos a mais em cada período de três dias. Já pensou, por exemplo, o que isso pode representar em 5, 10, 20 ou 30 anos.
É melhor não fazer a conta. Mama, mia.
CANSAÇO CRÔNICO
Nem sempre uma doença está por trás do cansaço.Medidas simples podem trazer novo vigor ao organismo.
Revista Vida e Saúde, Julho/2002
Dr. Manfred Krusche
Consultor médico de Vida e Saúde
Muitas pessoas que procuram os consultórios médicos se queixam de um cansaço que as acompanha há muito tempo, e que interfere em suas atividades normais do dia-a-dia. Qualquer doença pode ser a causa do cansaço, mas a maioria das pessoas não sofre de uma moléstia que possa ser responsabilizada pela fraqueza que apresenta.
Normalmente, o cansaço por si só não merece maiores atenções das pesquisas médicas, a não ser que faça parte de alguma enfermidade específica. O simples fato de alguém estar cansado não é considerado um problema sério. Por vezes, o paciente é deixado a resolver o problema
sozinho.
Causas Externas
De fato, se fizermos exames físicos e laboratoriais, podemos nada encontrar que justifique o problema. Via de regra, os exames resultam normais e dizemos ao paciente que ele não tem problema algum. Em muitos casos, em vez de aliviar, pode piorar a situação, pois a pessoa se pergunta: “Como posso me sentir tão miserável e não ter nada?”
Tenho tentado responder da seguinte maneira: “Você não tem uma doença definida, mas o seu organismo não está podendo atuar normalmente, devido a algum problema que está enfrentando.” E esse problema não precisa ser procurado dentro do organismo, mas fora dele. No modo de vida, hábitos, alimentação, trabalho, vida familiar, ou no uso de produtos químicos.
Uma jovem senhora queixava-se de cansaço crônico que alguém havia atribuído à hipoglicemia. Fora então aconselhada a comer com maior freqüência, a fim de controlar os níveis de açúcar no sangue. Embora seguindo a orientação, não conseguiu melhorar. Pelo contrário, pareceu-lhe aumentar o cansaço. Sabendo que não havia doença, a não ser a suspeita de hipoglicemia, recomendamos-lhe que fizesse um regime de apenas três refeições diárias e que aumentasse suas atividades físicas. Em menos de dez dias, passou a se sentir melhor, embora estivesse ingerindo quantidade menor de alimento.
Esse não é um caso isolado. Muitas pessoas com situação semelhante a essa têm alcançado melhora adotando um regime regular de alimentação, ao invés de passar todo o dia comendo alguma coisa. A energia gasta para fazer tantas pequenas digestões parece não ser compensada pelo acréscimo de alimentos.
Perigo na Cafeína
Uma causa que vem despertando a atenção para a ocorrência de cansaço crônico é o uso de café. Pessoas que tomam muito café diariamente, cerca de 750mg de cafeína (cinco xícaras), apresentam queda acentuada de resistência física. Quantidades menores causam o mesmo problema, só que em menor número de pessoas. Testes feitos em ratos, aos quais foi dado café, mostraram que uma dose de cafeína aumentava a sua capacidade de nadar, em comparação aos que não tomaram nenhuma dose. Mas quando o café foi dado regularmente para o mesmo rato, após seis semanas, a capacidade para nadar diminuiu muito em relação aos que não beberam café.
Para muitos usuários de café, que sofrem de fadiga crônica, recomenda-se que se abstenham completamente da cafeína. Ao contrário do que se imagina, após algum tempo, a capacidade física aumentará significativamente. Em lugar de se recorrer a estimulantes para realizar atividades habituais, é melhor praticar exercícios e observar os períodos regulares de repouso.
Nossa alimentação apressada nos dias atuais também pode ser deficiente em alguns utrientes tais como vitamina C, vitaminas do complexo B e outras. Tal deficiência pode facilmente ser suprida por uma dieta rica em frutas, verduras, cereais integrais ou castanhas, em substituição aos alimentos refinados e grande quantidade de açúcar.
Essas orientações podem ser seguidas por todas as pessoas que se sentirem cansadas. Mas, caso persistam os sintomas, é prudente fazer uma investigação especializada mais profunda, para descartar qualquer causa escondida atrás dos sintomas.
DA INTERNET
As neoplasias malignas são a segunda causa de morte nos países desenvolvidos, após as doenças cardiovasculares, sendo responsáveis por cerca de 25% das mortes. Estima-se que nos países desenvolvidos cerca de 1/3 da população desenvolverá câncer durante a vida e que 70% do total morrerão em conseqüência da doença. Anualmente morrem cerca de 150.000 pessoas no Reino Unido e 500.000 pessoas nos Estados Unidos devido a neoplasias como carcinoma de próstata, carcinoma de pulmão, carcinoma de cólon e reto, carcinoma de mama, carcinoma uterino, carcinoma renal e de bexiga, linfomas e leucemias, conforme mostrado no Quadro 1 abaixo. Embora o carcinoma de próstata e o câncer de mama sejam, na atualidade, as neoplasias mais comuns nos Estados Unidos, segundo o Instituto Nacional do Câncer daquele país (NCI), com a diminuição da mortalidade devido a problemas cardiovasculares e aumento da longevidade, o problema do câncer tende a aumentar. A idade é o fator mais importante vinculado à incidência e mortalidade por câncer. A incidência de câncer duplica em intervalos de 5 anos após os 25 anos de idade. Alguns tipos de neoplasias possuem maior incidência na faixa dos 60 a 80 anos, como carcinoma de próstata, estômago e cólon enquanto outras apresentam maior incidência nos primeiros anos de vida, como a leucemia linfoblástica aguda. Existem diferenças geográficas na incidência do câncer, de forma ainda pouco conhecida, mas provavelmente relacionada a mudanças na dieta, entre outros fatores. O câncer de pulmão tem maior incidência relacionada a um fator ambiental, o tabagismo, em indivíduos com predisposição genética específica.
Nenhum comentário:
Postar um comentário