A Cura Tradicional
“O que merece maior respeito do que cuidar de si mesmo com meios próprios”? Dr. R. H. Bannerman da O. M. S. (Organização Mundial de Saúde).
Medicina tradicional é aquela que está baseada na soma de conhecimentos práticos obtido através de observações e transmitidos de acordo com a cultura do povo a que pertence.
O grande valor da medicina tradicional é o poder de encorajar a auto-suficiência, pois se for genuína será especialmente preventiva, educativa e aliada às leis naturais.
O respeito às leis naturais é exatamente o fator que distingue como válida qualquer proposta da medicina tradicional. Assim, esquemas de cura sempre estarão fundamentados num método racional.
A O. M. S. reconhece e respeita a medicina tradicional. Em 1977 foi estabelecido o primeiro programa de estudos sobre métodos de cura populares e H. T. Bannerman, nascido em Ghana foi seu primeiro diretor.
Transcrevemos aqui o objetivo desse programa de estudos: “promover um enfoque realista de medicina tradicional a fim de aumentar sua contribuição para os cuidados de saúde; explorar os méritos da medicina tradicional à luz da ciência moderna, a fim de reforçar as praticas úteis e eficazes e desencorajar as prejudiciais; e promover a integração de conhecimentos valiosos e aprovados da medicina tradicional moderna.” Contact, 16
Conforme a O.M.S. a assistência médica está dividia segundo a importância e a sua capacidade de atendimento em três níveis distintos:
a) Assistência Médica Primária – abrangeria a necessidade maior, 90% da comunidade. Seria realizada por atendentes e pessoas do nível médio. Trabalharia em programas de saneamento, prevenção e com postos de saúde.
b) Assistência Médica Secundaria – abrangeria cerca de 10% da comunidade. Seria realizada por pessoas de nível superior, médicos, enfermeiros e técnicos levada a efeito em hospitais, clínicas médicas, centro cirúrgico, ortopedia, maternidade, pediatria.
c) Assistência Médica Terciária – atingiria 1% da população – realizado em hospitais especializados.
É amplamente conhecida a realidade de que apenas os níveis secundários e terciários são atingidos, abrangendo a décima parte da população.
Pouca atenção se dá à grande massa, que poderia ter seus problemas resolvidos por uma ação atuante em nível primário.
Por exemplo:
a) Cada país conta com cerca de 10% de sua população sofrendo de doenças reumáticas (só no Brasil seriam cerca de 18 milhões de vítimas).
b) “Calcula-se que aproximadamente 21 milhões de norte-americanos, ou seja, 7% da população do país, sofrem de úlceras do duodeno.” Vida e Saúde de setembro de 1980.
“Em março (24-29) de 1980, realizou-se em Brasília a 7ª Conferência Nacional de Saúde, com aval da Organização Mundial de Saúde, para discutir a saúde na comunidade. Abaixo suas conclusões:
1. A medicina curativa, na média dos países do Terceiro Mundo, gasta exatamente 23 dólares para remediar o estrago provocado pelo não investimento de um dólar na chamada atividade preventiva – que vai do controle ambiental à política de nutrição.
2. No país da doença, a medicina curativa não funciona.
3. Mau Negócio: Cada leito instalado, em hospital bem equipado, exige um investimento de 42 mil dólares, assim, distribuídos: 25% de terreno, 35% de equipamentos, 40% de edificação. Um hospital de padrão médio, com capacidade para 100 leitos, custa hoje quatro milhões e duzentos mil dólares, sem contar o custo de manutenção, estimado em duzentos e setenta mil dólares mensais. (Para saber os valores em nossa moeda, é só fazer a conversão pelo câmbio do dia).
Medicina tradicional é aquela que está baseada na soma de conhecimentos práticos obtido através de observações e transmitidos de acordo com a cultura do povo a que pertence.
O grande valor da medicina tradicional é o poder de encorajar a auto-suficiência, pois se for genuína será especialmente preventiva, educativa e aliada às leis naturais.
O respeito às leis naturais é exatamente o fator que distingue como válida qualquer proposta da medicina tradicional. Assim, esquemas de cura sempre estarão fundamentados num método racional.
A O. M. S. reconhece e respeita a medicina tradicional. Em 1977 foi estabelecido o primeiro programa de estudos sobre métodos de cura populares e H. T. Bannerman, nascido em Ghana foi seu primeiro diretor.
Transcrevemos aqui o objetivo desse programa de estudos: “promover um enfoque realista de medicina tradicional a fim de aumentar sua contribuição para os cuidados de saúde; explorar os méritos da medicina tradicional à luz da ciência moderna, a fim de reforçar as praticas úteis e eficazes e desencorajar as prejudiciais; e promover a integração de conhecimentos valiosos e aprovados da medicina tradicional moderna.” Contact, 16
Conforme a O.M.S. a assistência médica está dividia segundo a importância e a sua capacidade de atendimento em três níveis distintos:
a) Assistência Médica Primária – abrangeria a necessidade maior, 90% da comunidade. Seria realizada por atendentes e pessoas do nível médio. Trabalharia em programas de saneamento, prevenção e com postos de saúde.
b) Assistência Médica Secundaria – abrangeria cerca de 10% da comunidade. Seria realizada por pessoas de nível superior, médicos, enfermeiros e técnicos levada a efeito em hospitais, clínicas médicas, centro cirúrgico, ortopedia, maternidade, pediatria.
c) Assistência Médica Terciária – atingiria 1% da população – realizado em hospitais especializados.
É amplamente conhecida a realidade de que apenas os níveis secundários e terciários são atingidos, abrangendo a décima parte da população.
Pouca atenção se dá à grande massa, que poderia ter seus problemas resolvidos por uma ação atuante em nível primário.
Por exemplo:
a) Cada país conta com cerca de 10% de sua população sofrendo de doenças reumáticas (só no Brasil seriam cerca de 18 milhões de vítimas).
b) “Calcula-se que aproximadamente 21 milhões de norte-americanos, ou seja, 7% da população do país, sofrem de úlceras do duodeno.” Vida e Saúde de setembro de 1980.
“Em março (24-29) de 1980, realizou-se em Brasília a 7ª Conferência Nacional de Saúde, com aval da Organização Mundial de Saúde, para discutir a saúde na comunidade. Abaixo suas conclusões:
1. A medicina curativa, na média dos países do Terceiro Mundo, gasta exatamente 23 dólares para remediar o estrago provocado pelo não investimento de um dólar na chamada atividade preventiva – que vai do controle ambiental à política de nutrição.
2. No país da doença, a medicina curativa não funciona.
3. Mau Negócio: Cada leito instalado, em hospital bem equipado, exige um investimento de 42 mil dólares, assim, distribuídos: 25% de terreno, 35% de equipamentos, 40% de edificação. Um hospital de padrão médio, com capacidade para 100 leitos, custa hoje quatro milhões e duzentos mil dólares, sem contar o custo de manutenção, estimado em duzentos e setenta mil dólares mensais. (Para saber os valores em nossa moeda, é só fazer a conversão pelo câmbio do dia).
Nenhum comentário:
Postar um comentário