A MÁFIA DA MEDICINA, REMÉDIOS ASSASSINOS, NADA DE CURA,
SEMPRE DOENTES, LUCROS PERMANENTES.
“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora
Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua
licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denuncia, publicada,
mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial,
o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica.
O livro expõe, por um lado, a errónea concepção da saúde e
da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia
médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das
enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a
investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema
Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e
mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia
pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa
capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente
dependentes do sistema.
MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO
imagens: google
A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de
Medicina em 1967, numa época em que – como ela mesma confessa – estava
convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do
séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa
primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.
L - Porquê essa decepção?
Lanctot – Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram
refletir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos
tratamentos da medicina oficial.
Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias
terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês
Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas
e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não
agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores
efeitos secundários.
L - E suponho que começou a perguntar-se por que é que na
Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?
Lanctot – Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e
comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas
a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem
bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médica tinha participado em muitos
congressos internacionais -em alguns como ponente – e dei-me conta de que todas
as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e
requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceitas pelo comité científico
organizador do congresso.
L - E quem designa esse comité científico?
Lanctot – Pois geralmente quem financia o evento: a
indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide até o que
se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos
congressos de medicina! O controlo é absoluto.
L - E isso foi clarificador para si…?
Lanctot – E muito! Dar-me conta do controlo e da manipulação
a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou seja, os estudantes
– fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina
está hoje controlada pelos seguros-públicos ou privados, o que dá na mesma,
porque enquanto alguém tem um seguro perde o controle sobre o tipo de medicina
a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam
inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. E
se olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social…
encontramos o mesmo.
L - O poder econômico?
Lanctot – Exato, é o dinheiro quem controla totalmente a
Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é
ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes... Porque
as pessoas sadias, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter
enfermos crónicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou
seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre,
diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso
não é rentável, não interessa. A medicina atual está concebida para que a gente
permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a
vida.
UM SISTEMA DE ENFERMIDADE
imagens:google
L - Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se
refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”
Lanctot – Efectivamente. O chamado sistema sanitário é na
realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e
não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não
tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para, além
disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema
que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para
que consuma fármacos de todo o tipo.
L - Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das
pessoas!
Lanctot – Está ao serviço de quem dele tira proveito: a
indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema
está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às
ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade
em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de
um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.
L - E que papel desempenha o médico nessa máfia?
Lanctot – O médico é – muitas vezes de uma forma
inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante
os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe
inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras
possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe
reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a
enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o
ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensinasse-lhes que o médico não
deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que
exista caça as bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina
oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que
não sejam servis ao sistema.
L - O sistema, de facto, pretende fazer crer que a única
medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que
renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua
entrevista, publicamos um artigo a respeito.
Lanctot – A medicina científica está enormemente limitada
porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal
causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento.
Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se
mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o
estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse
tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para
casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.
L - É dizer, que no que lhe toca a medicina convencional só
se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.
Lanctot – Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos
e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a
impressão de curar, mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do
problema no corpo físico, mas este, cedo ou tarde, ressurge.
L - Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas
suaves ou não agressivas?
Lanctot – São uma melhor opção porque tratam o paciente de
uma forma holística e ajudam-no a curar… mas tão pouca curam. Olhe qualquer das
chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda, mas apenas isso:
complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da
sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o
único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única
medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a
nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e
dependentes. Em nossas mãos está, pois, romper essa escravidão.
L - E, na sua opinião, por que é que as autoridades
políticas, médicas, mediáticas e econômicas o permitem? Porque os governos não
acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?
Lanctot – Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é
que talvez não saibam que tudo isto se passa… mas é difícil de aceitar porque a
informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já
várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração
existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele… mas também
resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder.
L - E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o
sistema.
Lanctot – Pois o certo é que, eliminadas as outras duas
hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com
um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque
faz parte da máfia.
A MAFIA MÉDICA
imagem: google
L - Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?
Lanctot – Em diferentes escalas e com distintas implicações,
com certeza, a indústria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes
laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos
Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial
de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial
na sombra do dinheiro.
L - Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é
“a máfia das máfias”?
Lanctot – Assim é. Essa organização está completamente
controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da
saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que
obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De facto, desde
1977, com a Declaração de Alma Ata nada pode escapar ao seu controle.
L - Em que consiste essa declaração?
Lanctot – Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios
para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim,
foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la
para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde
então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que,
impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.
L - Uma ação que não se questiona
Lanctot – Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas
intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla
por sua vez essa organização através da ONU? O poder económico!
L - Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam
a esse controle?
Lanctot – Com certeza que não. As organizações humanitárias
também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E, portanto, as
suas atividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem
Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade
servem ao dinheiro.
L -Uma máfia sumamente poderosa!
Lanctot – Omnipotente, diria eu. Eliminou toda a
competência. Hoje em dia, “orientam-se” os investigadores. Os dissidentes são
encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos”
intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os
produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais
graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio.
As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem,
entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a
obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar
inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E
em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de
embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em
tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os
alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E
mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a
escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o
Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o
resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas
continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.
AS AUTORIDADES MENTEM
imagem: google
L - O que explica do sistema sanitário imperante é uma
realidade que cada vez mais a gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos
alguns das suas afirmações a respeito do que define como “as três grandes
mentiras das autoridades políticas e sanitárias”.
Lanctot – Pois o reitero: as autoridades mentem quando dizem
que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida é contagiosa e
mentem quando dizem que o câncer é um mistério.
L - Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na
revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem,
podemos começar por falar das vacinas. Em nossa opinião, a sua afirmação de que
nenhuma vacina é útil, não se sustém. Uma coisa com que concordamos, é que
algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas.
Lanctot – Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A
única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população,
antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo
o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm
riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.
Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade
para que se destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa
vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim
mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a
enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade,
constatada, de certas vacinas.
L - A quais se refere?
Lanctot – Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano,
vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres
estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias
só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a
hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anticorpos das
vacinas.
L - E até que ponto podem ser também perigosas?
Lanctot – As inumeráveis complicações que causam as vacinas
– desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas;
por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de
especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram
interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as
consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões
esclarecedoras.
L - Agradeceria que mencionasse algumas.
Lanctot – Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e
constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o
único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém a indústria. Além
disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o
sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar
a “sida silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente
florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a
crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a
vacinação facilita os genocídios seletivos, pois permite liquidar pessoas de
certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para
testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma
biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir
no patrimônio genético hereditário de quem se queira.
L - Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode
fazer um bom ou mau uso, mas isso depende da vontade e intenção de quem as
utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades:
você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das
suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos
visto que argumente essa afirmação.
Lanctot – Eu afirmo que a teoria de que o único causador da
sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande
mentira. A verdade é que ter o VIH não implica necessariamente desenvolver
sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de
saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em
baixo. E nego que ter sida equivale a morte segura. Mas, claro, essa verdade
não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é uma
enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do
Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH em1983, ter reconhecido já em
1990, que o VIH não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência
é o facto de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e numerosos casos de
vírus VIH, sem sida (soropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu
demonstrar que o vírus VIH cause a sida, e a demonstração é uma regra
científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois fatores.
O que e sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovírus inofensivo que só se ativa
quando o sistema imunitário está debilitado.
L - Você afirma no seu livro que o VIH foi criado
artificialmente num laboratório.
Lanctot – Sim. Investigações de eminentes médicos indicam
que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite
B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi
contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola.
Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da
sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado
mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.
L - Também observamos que ataca duramente a utilização do
AZT para tratar a sida
Lanctot – Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague
em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta
pela medicina científica para combater o VIH, o AZT, era absolutamente
ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se
pode sobreviver à sida… mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a
sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imunodepressores
que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande
negócio. Por isso, proporciona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito
dinheiro à indústria farmacêutica. É tão simples quanto isto.
L - Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a
de que o câncer é um mistério
Lanctot – O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação
anómala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos varias vezes ao
longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário atua e
destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema
imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células
cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.
L - E é nesse momento quando se entra na engrenagem do
“sistema de enfermidade”
Lanctot – Assim é. Porque quando se descobre um tumor se
oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre
estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia),
queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). Escondendo-se lhe, que
existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro
décadas de “luta intensiva “contra o câncer, qual é a situação nos próprios
países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse
simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento.
Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como
o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação.
Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que
esta beneficia, sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em
medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento
contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia,
da cirurgia e de toda a indústria hospitalar.
A MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA
imagem: google
L - No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é
uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?
Lanctot – Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu
aquário. Enquanto tem agua e comida, tudo está bem, mas se lhe começa a faltar
o alimento e o nível da agua desce perigosamente o peixe decidirá saltar para
fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a
máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso se houver
muita gente que prefira morrer a saltar.
L - Mas para dar esse salto é preciso um nível de
consciência determinado
Lanctot – Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito
rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina
mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam etc. Ademais, o médico alemão
Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as
medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á
como um castelo de naipes quando 5% da população perder a sua confiança nela.
Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com
a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido
submetida pela máfia e o sistema atual derrubará. Tão simples como isto.
L - E em que ponto crê que estamos?
Lanctot – Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente
em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a
um especialista da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado
a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um
terapeuta é já um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência
cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à
nossa autoridade interior.
L - E o que é que nos impede de romper com a autoridade
exterior?
Lanctot – O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o
medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo.
Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para
nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que
nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a
realidade.
L - E o que podem fazer os meios de comunicação para
contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?
Lanctot – Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis
e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar
convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra.
Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão
se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos,
dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e
questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber
mais, que se lhes poderá dar mais informação.
Laura Jimeno Muñoz
Publicado em: :
http://crimentales.blogspot.com/search/label/Salud
Tradução encontrada em:
http://jodoas.wordpress.com/2010/01/19/a-mafia-medica-e-o-titulo-do-livro-que-custou-a-doutora-ghislaine-lanctot-a-sua-expulsao-do-colegio-de-medicos-e-a-retirada-da-sua-licenca-para-exercer-medicina/
Nenhum comentário:
Postar um comentário